Política

Justiça Federal marca interrogatório de ex-prefeito de Luzilândia acusado de fraude previdenciária no valor de R$ 2,9 milhões

Ronaldo Caçambeiro responde por crime contra a ordem tributária e previdenciária.

A Justiça Federal designou o dia 23 de abril para o interrogatório de Ronaldo de Sousa Azevedo, o “Ronaldo Caçambeiro”, ex-prefeito de Luzilândia, réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal.

A audiência terá início as 11hs e marcará o início da fase instrutória do processo, com a oitiva simultânea das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa.

O ex-gestor responde pela inserção de informações falsas na Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP), instrumento de declaração obrigatória utilizado para o repasse de contribuições previdenciárias ao poder público. Segundo o MPF, a manipulação dos dados teve como finalidade a redução artificial dos valores devidos, causando prejuízo estimado em R$ 2.988.934,75 aos cofres da Previdência Social.

A conduta é enquadrada como crime contra a ordem tributária e previdenciária, passível de condenação a pena de até cinco anos de reclusão, conforme a legislação vigente.

O ex-gestor é amplamente lembrado como um dos piores já produzidos pelo Norte do Piauí, que viu suas ambições de continuidade no poder serem encerradas com a brutalidade silenciosa das urnas: os eleitores simplesmente disseram não.

Por Gil Sobreira

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