Polícia

Tenente da PMPI morre após passar mal durante teste físico para promoção

O 1º tenente da Polícia Militar do Piauí José Luzia da Silva, de 63 anos, morreu após sofrer um mal súbito na manhã desta quarta-feira (26), durante o Teste de Aptidão Física (TAF), em Teresina.

O exame fazia parte do processo de promoção de oficiais da corporação.

Segundo a Polícia Militar, o oficial apresentou o mal-estar quando já estava em repouso após a realização do teste. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e recebeu atendimento médico ainda no local.

Uma ambulância do Hospital da Polícia Militar (HPM), equipada com suporte avançado de vida, equipe de saúde e médico, permanecia no local para atender possíveis intercorrências. Após o tenente passar mal, foram iniciadas imediatamente as manobras de ressuscitação cardiopulmonar e outras medidas de suporte avançado.

José Luzia foi levado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde as equipes médicas deram continuidade às manobras de ressuscitação. Apesar dos esforços, ele não resistiu.

Tenente estava apto para realizar o teste

Em nota, a Polícia Militar informou que o oficial havia passado por inspeção periódica de saúde, apresentado os exames exigidos e estava considerado apto, do ponto de vista médico-pericial, para participar do TAF.

Segundo a corporação, a definição da causa do óbito depende da análise de informações clínicas, hospitalares e médico-legais.

A Polícia Militar lamentou a morte do oficial e informou que está prestando assistência aos familiares por meio do Centro de Assistência Integral à Saúde (CAIS) e do Plano de Assistência Funerária (PLANAF).

Confira a nota na íntegra:

A Polícia Militar do Piauí informa que, após a realização do Teste de Aptidão Física (TAF), destinado ao processo de promoção de oficiais, o 1º Tenente PM José Luzia da Silva, de 63 anos, apresentou mal-estar súbito enquanto já se encontrava em repouso, evoluindo para uma parada cardiorrespiratória.

Vale ressaltar que a instituição mantém, como parte de seus procedimentos regulares de acompanhamento da saúde e da capacidade funcional de seu efetivo, avaliações periódicas de saúde e de aptidão física, destinadas à verificação das condições necessárias ao desempenho das atribuições inerentes à atividade policial militar. Essas avaliações integram a rotina funcional da Corporação e também são previstas na legislação como requisitos para os processos de promoção na carreira policial militar.

Nesse caso, o militar havia realizado a inspeção periódica de saúde, apresentado todos os exames necessários e encontrava-se regularmente apto, sob o ponto de vista médico-pericial, para a realização do TAF, sem registro de restrição vigente que contraindicasse sua participação.

Uma ambulância do Hospital da Polícia Militar (HPM), com suporte avançado de vida, equipe de saúde e médico, permanecia no local para atendimento de eventuais intercorrências. Após passar mal, o militar recebeu atendimento imediato, com início das manobras de ressuscitação cardiopulmonar e demais medidas de suporte avançado. Em seguida, foi prontamente encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde foram mantidas as medidas de ressuscitação, infelizmente sem êxito.

A Polícia Militar do Piauí lamenta profundamente o falecimento do oficial e manifesta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Corporação neste momento de dor. A instituição esclarece ainda que a ocorrência de um evento médico agudo após esforço físico, isoladamente, não permite estabelecer sua causa ou eventual relação com a realização do TAF, dependendo a definição da causa do óbito de elementos clínicos, hospitalares e médico-legais.

A Corporação informa, por fim, que está prestando todo o apoio necessário à família do militar, por meio do Centro de Assistência Integral à Saúde (CAIS) e do Plano de Assistência Funerária (PLANAF).

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